Pebolim foi inventado por poeta anarquista para crianças refugiadas da Guerra Civil Espanhola

Destilaria da Bola

Texto de Fabián Mauri, para a Revista Un Caño

Traduzido e adaptado por Raphael Sanz, para a Destilaria da Bola

Créditos: Revista Un Caño Créditos: Revista Un Caño

Madrid, 1936.

Alejandro Campos Ramirez (1919-2007), um jovem galego oriundo de um vilarejo chamado Finisterre – do latin, “o fim da terra” – deambula pelas ruas da cidade e pressente que seus desejos talvez estejam a ponto de serem cumpridos. Alguma vez sonhou em ser um grande arquiteto, mas apenas trabalhou de pedreiro. E acontece que sua verdadeira vocação foi a poesia. Conseguiu um emprego que o fazia feliz e de alguma maneira o aproximava desse universo boêmio dos artistas que admirava: aprendiz na imprensa. Se considerava um idealista prático, um anarquista pacífico que aspira viver, algum dia, em um mundo em que os homens não precisem mais serem governados por nenhuma autoridade. Nesse cobertor  de sonhos aquecia-se às vésperas do estalar da Guerra Civil Espanhola.

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